GUERNICA e a técnica Comunista do Embuste e da Mentira !

GUERNICA ! Este famoso quadro foi encomendado pelo governo republicano espanhol a Picasso, em 1936, para expor em Paris. O quadro chamava-se "Lamento en muerte del torero Joselito", e era uma homenagem de Picasso ao seu amigo Joselito, morto na arena.
Onde os "especialistas" vêm cenas de bombardeamento na realidade só existe o touro que o matou, o cavalo do "picador", sol-e-sombra e o corpo do toureiro. Picasso recebeu pela "obra", 300.000 pesetas (de 1936) . Observando o quadro, podem distinguir-se touros e cavalos, num parodoxismo de drama e morte. O que não se consegue descortinar são aviões, casas, guerra ou bombardeamentos.
José Gómez Ortega, c
hamado Gallito e mais tarde também Joselito, foi um célebre toureiro espanhol de etnia cigana. Nasceu em 8 de Maio de 1895 em Gelves, na Huerta de El Algarrobo (Sevilha), e faleceu em 16 de Maio de 1920 na praça de Toros de Talavera de la Reina.
Menino prodígio do toureio , considerado por muitos, o toureiro mais completo da história, protagonizou com Juan Belmonte, que com ele manteve uma rivalidade legendária, a chamada Idade de Ouro do toureio durante a década de 1910. A sua morte prematura e inesperada, na cúspide do seu êxito, ainda mais o engrandeceu a sua lenda como grande mestre da velha lide e transição definitiva par o toureio moderno.
As Interpretações da esquerda Picassista!
1. Touro indomável
Há quem diga que ele representa a resistência espanhola, por simbolizar a tourada, ícone do país. Mas, sob um outro olhar, sua brutalidade representaria Franco, que assiste ao trágico espectáculo com fascínio. Touros são recorrentes na obra de Picasso e a presença do animal no painel, assim como a do cavalo, exemplifica uma sequência estética em seu trabalho.
2. A mãe inconsolável
Ela urra de dor e olha o céu, após a chuva de fogo que devastou a cidade. Em seus braços, o filho morto. A imagem lembra uma versão cubista da Pietà, aquela muito difundida no Renascimento, em que Maria ampara Jesus morto logo após ser retirado da cruz.
3. Guerreiro até o fim
Mutilado, o homem parece ter morrido resistindo. Em um dos braços decepados, há uma espada quebrada, de onde cresce uma flor, símbolo de esperança e honra àqueles que não desistiram de sua pátria e seus valores.
4. Dúvida cavalar
Talvez a figura mais emblemática em Guernica, o cavalo é um baú cheio de interpretações. Pela sua expressão, ele sofre como a mulher, mostrando que a natureza também foi brutalmente afectada pelos bombardeios. O animal, dilacerado por uma lança no dorso, olha na direcção do touro, como se fosse o espanhol oprimido fitando o algoz Franco. Mas os traços do cavalo, um tanto broncos, podem fazer com que ele se pareça uma criatura patética - no caso, o próprio Franco.
5. Faça-se a luz
Uma figura fantasmagórica surge do nada e olha espantada o cavalo. Em seu braço disforme, uma lamparina, típica das casas dos camponeses da época, ilumina suavemente a cena.
6. Via Crucis
Outra possível interpretação cristã. A mulher, completamente esgotada, caminha em direcção à luz produzida pela lamparina e a grande lâmpada em formato de olho (como se estivesse vendo, do céu, a grande tragédia humana). A figura feminina lembra o sofrimento de Cristo, com uma enorme e invisível cruz nas costas.
7. Fogo dos céus
O homem levanta as mãos aos céus, em desespero, como se não estivesse acreditando nas bombas que despenhavam dos aviões. Aqui há uma possível analogia com o quadro Os Fuzilamentos de 3 de Maio, de outro mestre espanhol, Francisco de Goya. A figura principal da tela, de 1814, também levanta os braços amedrontada. Além disso, Os Fuzilamentos retrata homens inocentes sendo mortos: no caso, os assassinos são soldados de Napoleão e as vítimas aqueles que lutaram pela independência da Espanha.
Resumo - A bestialidade da tourada, que representa Franco, o homem mutilado que representa a resistência do povo "rojo" espanhol ao tirano Franco, "come-se", é poesia esquerdista. Agora a Virgem Maria sofrendo, A Pietá de Miguel Angelo, a Via Crucis, Cristo com a cruz às costas, SÃO ABSURDOS monstruosos, para um regime esquerdista que durante os 3 anos de Guerra Civil, destruiu cerca de 20.000 igrejas e matou 6861 religiosos católicos (12 bispos, 4.184 padres, 300 freiras, 2.363 monges e outros ).
Comentário - Como vêem muita "sofisma" para tentar ver aquilo que o quadro não pretendia representar, porque foi pintado antes do famoso bombardeamento. A técnica do embuste e da aldrabice, para enganar os "crentes" sempre foi e continua ser, a principal técnica de propaganda dos Partidos Comunistas.


